Oração do guerreiro de caatinga.
"Senhor, Vós que fostes sábio em ao criar os rios e os mares, pareceis ter esquecido o nosso Sertão.
Vós que destes aos homens a terra para dela tudo tirar,
Não nos deste a mesma sorte...
Porém, hoje, Ó Deus,vejo o quão generoso fostes a nós, Guerreiros de Caatinga.
Deste-nos a resistência ao Sol, a sapiência para da natureza tudo aproveitar.
A força de vontade para continuar a lutar e ante ao inimigo jamais recuar.
Obrigado (a), Senhor Deus, porque criastes um ambiente onde o ser
humano comum não possa sobreviver, pois só os perseverantes e os fortes
de espírito aqui conseguem lutar.
Brasil! Sertão!!!"
Sertanejo... ô homem/mulher forte!
domingo, 8 de setembro de 2013
sábado, 24 de agosto de 2013
Buzino mesmo!
Buzino mesmo!!
Para um gato on the street...
Porque acho LINDO!
Para um fusca...
Principalmente se for na cor amarela, preta ou rosa, nessa ordem de preferência. Porque também acho lindo!!!
Organizado, com jogo de roda, então...
Buzino! Quando algum motorista me cede a vez.
Se ele buzina agradecendo por eu ter lhe cedido a vez, eu buzino também.
Buzino para os garis...
Pelo árduo trabalho que eles desempenham para deixar a cidade limpa.
Muitas vezes sem serem notados, muito menos prestigiados pelo tarefa que abraçaram e pelo minúsculo salário que percebem para sustentar a família.
E com essa inflação então... nem se fala.
Não é fácil...
Buzino quando algo me desperta a atenção, como as pessoas, os atos e os objetos acima citados. Buzino mesmo! E me lembro de Rafinha, bombeira, quando eu ainda não dirigia, ela já falava: "Adoro a buzina!" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Posso dizer o mesmo!
domingo, 21 de julho de 2013
Parabéns, mainha!!!
Hoje eu quero falar um pouco sobre o amor e a admiração que eu possuo por alguém mais que especial na minha vida. Sem sua presença, eu não estaria aqui agora, redigindo essa mensagem, pois, com certeza, não existiria.
Quando criança ouvia na "radiola", como chamávamos uma antiga vitrola que havia em nossa casa alugada: "ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais", na voz da saudosa e inesquecível Elis Regina, a pimentinha.
E me recordo do que minha rainha (minha mãe) dizia quando eu ainda era uma criança: "minha filha, devemos procurar ler bons livros, assistir a bons filmes e escutar boas músicas".
Hoje, me pego ouvindo, cantando e curtindo as mesmas músicas que ouvia antigamente, como as obras de Noite Ilustrada, Nelson Gonçalves, Roberto Ribeiro e vários outros.
Admiro muito quando vejo minha mãe cantarolando pelo meio da casa, como um vívido exemplo do antigo ditado que diz: "Quem canta seus males espanta".
Parabéns, mãe! Espero herdar essa alegria e essa garra presentes no seu ser, sentimentos que brotaram e brotam mesmo diante de tantos sofrimentos já vivenciados. Só Deus e você sabem.
Te amo!
Quando criança ouvia na "radiola", como chamávamos uma antiga vitrola que havia em nossa casa alugada: "ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais", na voz da saudosa e inesquecível Elis Regina, a pimentinha.
E me recordo do que minha rainha (minha mãe) dizia quando eu ainda era uma criança: "minha filha, devemos procurar ler bons livros, assistir a bons filmes e escutar boas músicas".
Hoje, me pego ouvindo, cantando e curtindo as mesmas músicas que ouvia antigamente, como as obras de Noite Ilustrada, Nelson Gonçalves, Roberto Ribeiro e vários outros.
Admiro muito quando vejo minha mãe cantarolando pelo meio da casa, como um vívido exemplo do antigo ditado que diz: "Quem canta seus males espanta".
Parabéns, mãe! Espero herdar essa alegria e essa garra presentes no seu ser, sentimentos que brotaram e brotam mesmo diante de tantos sofrimentos já vivenciados. Só Deus e você sabem.
Te amo!
terça-feira, 18 de junho de 2013
Como se fossem meus pais
As circunstâncias da vida fizeram com que eu não vivesse com o meu pai, estando, desde a mais tenra idade, vivendo ao lado da minha mãe, minha rainha linda.
Estudei 11 anos no Colégio da Polícia Militar (CPM) e lá me apaixonei pelo militarismo, pelas hierarquia e disciplina militares.
No CPM, aprendi a respeitar todos, do soldado mais moderno, ao Comandante do educandário, sempre tratando todos como "Sr., Srª.", educação que, graças a DEUS, recebi da minha mãe.
Essa experiência estudantil me foi muito providencial para o que me tornei hoje.
Me tornei sim, pois até a ausência paterna me favoreceu a considerar todos os ensinamentos que tive na escola, por meio de todos aqueles homens, profissionais que passaram na minha vida. Profissionais, amigos, colegas que muitas vezes nos transmitem importantes experiências. Chama atenção na hora certa, elogiam quando se deve elogiar.
Hoje, Capitã da Polícia Militar, sinto-me como se a ausência do meu pai tivesse me dado a oportunidade de considerar os meus superiores, os meus subalternos mais velhos do que eu, os policiais militares com quem eu convivo diariamente, como se meus pais fossem.
O sentimento que nutro por cada um deles, é de filha, de alguém que está ali para ser ensinada, orientada, ouvida.
Muito obrigada por fazerem parte da minha vida.
Meus pais,
Recife, 18 de junho de 2013.
Lúcia Helena
Estudei 11 anos no Colégio da Polícia Militar (CPM) e lá me apaixonei pelo militarismo, pelas hierarquia e disciplina militares.
No CPM, aprendi a respeitar todos, do soldado mais moderno, ao Comandante do educandário, sempre tratando todos como "Sr., Srª.", educação que, graças a DEUS, recebi da minha mãe.
Essa experiência estudantil me foi muito providencial para o que me tornei hoje.
Me tornei sim, pois até a ausência paterna me favoreceu a considerar todos os ensinamentos que tive na escola, por meio de todos aqueles homens, profissionais que passaram na minha vida. Profissionais, amigos, colegas que muitas vezes nos transmitem importantes experiências. Chama atenção na hora certa, elogiam quando se deve elogiar.
Hoje, Capitã da Polícia Militar, sinto-me como se a ausência do meu pai tivesse me dado a oportunidade de considerar os meus superiores, os meus subalternos mais velhos do que eu, os policiais militares com quem eu convivo diariamente, como se meus pais fossem.
O sentimento que nutro por cada um deles, é de filha, de alguém que está ali para ser ensinada, orientada, ouvida.
Muito obrigada por fazerem parte da minha vida.
Meus pais,
Recife, 18 de junho de 2013.
Lúcia Helena
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Vergonha não, tenho pena
Perversidade, maldade, desamor... qualidades de seres que praticam com o outro, com seu próximo, atitudes mesquinhas, surpreendentemente inapropriadas e dignas de pena.
Pessoas vazias, inescrupulosas, sem coração que procuram expor às outras a situações vexatórias.
Não, o sentimento que me assola não é o de vergonha pela vítima, mas sim de pena pelo ser "humano" que se aproveitou da confiança de alguém para postar intimidades de outrem na internet.
O que se passa pela mente de alguém que comete um ato como esses?
Que benefícios isso poderá proporcionar na sua vida?
Meus sentimentos, meu caro colega de caserna.
E meus sentimentos também ao infeliz que lhe proporcionou tal exposição, pois para ele, mais cedo ou mais tarde, haverá punição.
Recife, 07 de junho de 2013.
Lúcia Helena
Pessoas vazias, inescrupulosas, sem coração que procuram expor às outras a situações vexatórias.
Não, o sentimento que me assola não é o de vergonha pela vítima, mas sim de pena pelo ser "humano" que se aproveitou da confiança de alguém para postar intimidades de outrem na internet.
O que se passa pela mente de alguém que comete um ato como esses?
Que benefícios isso poderá proporcionar na sua vida?
Meus sentimentos, meu caro colega de caserna.
E meus sentimentos também ao infeliz que lhe proporcionou tal exposição, pois para ele, mais cedo ou mais tarde, haverá punição.
Recife, 07 de junho de 2013.
Lúcia Helena
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Até quando vamos tolerar esse preconceito?
Por
quantos anos ainda vamos querer manter as Religiões de Matriz Africana e
as Afrobrasileiras na clandestinidade, no submundo?
Até
quando vamos continuar ensinando às nossas crianças que seus cultos e
manifestações são "coisas do demônio"? Só porque vem dos negros, porque
tiveram sua origem na África!
Até
quando vamos admitir que se rasque uma norma que rege a vida de todos
os brasileiros, sem exceção? Nossa Carta Magna de 1988 prescreve a
liberdade de crença e de manifestações religiosas. Isso realmente
acontece no Brasil?
Até
quando a população de terreiros, negros, brancos, amarelos, vermelhos,
de todas as cores, vai ser vilipendiada do seu direito, de sua liberdade
de crença, de possuir e praticar sua própria religião?
Até quando as pessoas terão vergonha e medo de assumirem sua religião devido ao preconceito que sofrem?
Até quando serão discriminadas por exibirem abertamente seus torsos e suas guias?
Gente, o Brasil foi construído também pelas mãos dos negros que para cá foram trazidos à força. Isso para aqueles que conseguiram sobreviver ao banzo, às mortes coletivas em alto mar devido à falta de alimento, entre outras várias formas de mortes que os africanos foram submetidos nessa viagem desumana.
Até quando vamos negar e discriminar a sua história, a sua cultura, a sua riqueza?
Como sofreram nossos antepassados! Quanta dor, quanta maldade, quanto desamor!
Por isso até hoje alguns ainda querem manter os negros numa condição de inferioridade, como se não tivessem direito a ascender socialmente.
Até quando vamos olhar os negros como se pobres, bandidos, fedidos e mal educados fossem? Até quando vamos querer realmente que os negros assumam essa posição na sociedade?
Digo aos negros e negras desse Brasil: estudem! cresçam pelo conhecimento! lutem contra os olhares de desprezo, as palavras agressivas! Vençam! Não aceitem esse lugar que alguns querem lhes manter, lhes dar! Esse lugar menor, fraco, inferior. Queiram mais! Vençam!
Gente, o Brasil foi construído também pelas mãos dos negros que para cá foram trazidos à força. Isso para aqueles que conseguiram sobreviver ao banzo, às mortes coletivas em alto mar devido à falta de alimento, entre outras várias formas de mortes que os africanos foram submetidos nessa viagem desumana.
Até quando vamos negar e discriminar a sua história, a sua cultura, a sua riqueza?
Como sofreram nossos antepassados! Quanta dor, quanta maldade, quanto desamor!
Por isso até hoje alguns ainda querem manter os negros numa condição de inferioridade, como se não tivessem direito a ascender socialmente.
Até quando vamos olhar os negros como se pobres, bandidos, fedidos e mal educados fossem? Até quando vamos querer realmente que os negros assumam essa posição na sociedade?
Digo aos negros e negras desse Brasil: estudem! cresçam pelo conhecimento! lutem contra os olhares de desprezo, as palavras agressivas! Vençam! Não aceitem esse lugar que alguns querem lhes manter, lhes dar! Esse lugar menor, fraco, inferior. Queiram mais! Vençam!
Lúcia Helena
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Hoje faz 5 anos da entrevista com Ana Maria Braga
Hoje, 03 de junho de 2013, faz 5 anos que concedi aquela entrevista a Ana Maria Braga.
Lembram?
Lembram?
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